segunda-feira, 1 de junho de 2015

Medindo o tamanho do buraco

Nos últimos dias o noticiário local tem dado atenção a uma guerra de informação sobre qual, afinal, era a quantidade exata de dinheiro que havia em caixa no GDF nos dias 31/12/14, último dia útil da gestão PT, e em 2/1/15, primeiro dia útil da gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB).

Infelizmente é comum uma gestão que encerra entregar contas ruins para a que se inicia. Mas a cidade foi recebida por Rollemberg com dívidas que incluia o pagamento de 13o. salário de diversos servidores, coisa que "nunca antes na história desse país" se fez.

Cumprindo com seu compromisso com a transparência, nos primeiros dias de gestão Rollemberg divulgou para a sociedade ofício do BRB atestando que na Conta Única do Tesouro do DF havia menos de R$ 65.000 em caixa. Resultado do TCDF aponta que o total de dinheiro disponível somava R$ 4,7 milhões, após análise das várias contas do Governo de Brasília, segundo matéria do G1.

Alguns setores da mídia, parlamentares e militantes têm dito que Rollemberg mentiu ao falar do grave problema de caixa do governo, e distorcido esses dados para fabricar uma crise que não existe. Mas, se realmente havia dinheiro, por quê o 13o salário não foi pago em dezembro de 2014? Por que os terceirizados deixaram de receber em novembro?

Hoje, as dívidas salariais foram pagas, serviços de manutenção da cidade foram retomados (corte de grama e recolhimento de entulhos), e a gestão está sendo saneada. Os aumentos de salário serão honrados, e o Governo de Brasília está a cada dia criando condições para cumprir cada um dos compromissos que constam no Programa de Governo.

Medir o tamanho do buraco só interessa aos que colocaram a cidade nele. Tirá-la do buraco é a missão que Rollemberg está disposto a cumprir.



quarta-feira, 18 de março de 2015

A esquerda democrática vive

Amigo internauta,

O governo e o PT resolveram rotular toda e qualquer pessoa que os questionam de direitistas, golpistas, e elitistas. Com isso, ofendem quem poderia caber nesse rótulo e, principalmente, quem não cabe. A cada manifestação nesse sentido, o governo e o partido se isolam. O principal inimigo deles são eles próprios, não os militares ou a direita.

Se você discorda do governo, mas também discorda da direita, de militares no poder, de cerceamento de liberdades e fins de direitos, há alternativas. As esquerdas brasileiras se agrupam em diferentes partidos, com variações na ideologia, tendo em comum o desejo de melhorar o país a partir da melhora das pessoas, de mudanças na estrutura social.

Uma das alternativas é o Partido Socialista Brasileiro (PSB). Tendo como principais referências Eduardo Campos, Luíza Erundina, Rodrigo Rollemberg, entre outros, o PSB representa a esquerda democrática, que visa a melhoria das condições sociais da população com liberdade. Eis o lema do PSB: melhoras sociais sem liberdade, não é melhora; liberdade sem melhoras sociais, não é liberdade.

Há uma outra esquerda disposta a levantar as bandeiras que o governo abandonou após o mensalão. Conheça mais o PSB: www.psb40.org.br



quinta-feira, 5 de março de 2015

Rollemberg, o primeiro governador do DF a tratar a arte como merece

Tenho todos os motivos para acreditar que Rodrigo Rollemberg será o primeiro governador de Brasília a tratar a arte e a cultura como merecem.

Apesar da grave financeira que o Distrito Federal sofre, Rollemberg negociou pessoalmente com os deputados federais e senadores para que fosse feita uma emenda de bancada no valor de R$ 12 milhões para reformar espaços culturais. Houve outro governador que, em condições financeiras melhores que as atuais, fez algo similar?

E qual outra categoria para a qual o GDF deve dinheiro foi recebida pessoalmente pelo governador na rua? Em pouco mais de dois meses de governo, Rollemberg e o Secretário de Cultura Guilherme Reis dialogaram com os artistas mais vezes que Agnelo e Hamilton Pereira em quatro anos.

Mas, e o Fundo de Apoio à Cultura (FAC)?

A lei que permite o uso do saldo financeiro de fundos do DF pegou a todos de surpresa. Circulou pelo whatsapp vídeo da assessoria de um deputado distrital de oposição que se apressou em reivindicar a autoria da ideia. O rito formal exige que o Projeto de Lei saia do executivo.

A outra alternativa para resolver a crise financeira seria a Antecipação de Receita Orçamentária (ARO). A antecipação seria um empréstimo com juros altos, que deveriam ser quitados até o fim do ano. Os juros tinham um valor equivalente aos do FAC.

Além disso, há grandes diferenças entre o Projetos de Lei atual e os do Agnelo:
- Agnelo aprovou lei para que, no dia 31/12/2013, fosse sacado o dinheiro do FAC que não foi realizado, alterando sua destinação, porque a SeCult impediu novos editais. Ou seja, o GDF deixou de permitir aos artistas concorrerem com projetos ao longo do ano para que, no último dia, houvesse dinheiro pra ser sacado.
- Rollemberg aprovou lei em fevereiro para que o dinheiro passe para o caixa do GDF, prevendo a recomposição ao longo do ano (já que a destinação permanece). Ou seja, o GDF agora usa o dinheiro ainda no segundo mês do ano, prevendo recompô-lo, e planejando novos editais para que os artistas possam concorrer.

Agnelo intencionalmente sacou o dinheiro do FAC. Rollemberg foi forçado a realizar uma manobra contábil para resolver a crise financeira do DF o mais rápido possível. 

Por fim, estão sendo estudadas formas de proteção e fortalecimento do Fundo de Apoio à Cultura, e foram feitos pagamentos aos projetos com contrato assinado e conta aberta no BRB. O dinheiro continua na cultura, e a Lei Complementar 894/2015 prevê que "a titularidade e a disponibilidade permanecem com os respectivos fundos". Até o fim do ano, teremos nosso FAC de volta.

Vai dar certo. Apesar de tudo, há vontade política, há projeto, e há equipe. Rollemberg tem tudo para ser o governador dos brasilienses que amam a arte.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Secretário de Cultura do DF instituiu comissão de análise de projetos culturais com carta de captação expedida


PORTARIA Nº 08, DE 02 DE MARÇO DE 2015.

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE CULTURA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no §3º, artigo 17, do Decreto nº 35.325, de 11 de abril de 2014, RESOLVE:

Art. 1º Criar Comissão de Análise de Projetos – CAP ad hoc, com o objetivo de analisar os projetos culturais com carta de captação expedida, nos casos elencados no Art. 53, do Decreto nº 35.325, de 11 de abril de 2014, e em outros que porventura possam surgir.

Art. 2º A Comissão de Análise de Projetos, será formado por membros representantes do governo e da sociedade civil:
I- Representantes do governo:
a) Pelo Gabinete do Secretário: CLÁUDIO ROBERTO DE PAULA PRATA, matrícula 232256-0, como Membro Titular e MARMENHA MARIA RIBEIRO DO ROSÁRIO, matrícula 158423-5, como Titular representante dos servidores do quadro de pessoal efetivo da Secretaria de Cultura, conforme disposto § 1º, artigo 17 do referido Decreto;
b) Pela Subsecretaria de Fomento e Incentivo: THIAGO ROCHA LEANDRO, matrícula 232281-1, como membro titular e presidente da Comissão de Análise de Projetos – CAP ad hoc;
c) Pela Subsecretaria da Cidadania e Diversidade Cultural: JAQUELINE FERNANDES DE SOUZA SILVA, matrícula 232084-3, como membro titular;
d) Pela Subsecretaria do Patrimônio Cultural: IONE MARIA DE CARVALHO, matrícula 232630-2, como membro titular;
e) Pela Coordenação de Políticas do Livro e da Literatura: YURI GUIMARÃES BARQUETTE BATISTA, matrícula 172156-9, como membro titular;
f) Pela Subsecretaria de Políticas Culturais: MARIANA SOARES RIBEIRO, matrícula 232708-2, como membro titular;
g) Pela Subsecretaria de Promoção e Difusão Cultural: SÉRGIO SIMÃO FIDALGO, matrícula 1650637-1, como membro titular;
h) Pela Subsecretaria de Administração Geral: ALEXANDRE PEREIRA RANGEL, matrícula 260027-7, como membro titular; e
i) Pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro: CLÁUDIO ALANO COHEN BEZERRA, matrícula 1650154-8, como membro titular.
II – como representantes da sociedade civil:
a) representando o Conselho de Cultura do Distrito Federal: FLÁVIA OBINO BOECHEL e DÉBORA AQUINO, como membros titulares.
b) representando a Câmara Transversal de Educação, Formação, Capacitação e Pesquisa: ARLENE MUNIZ DE MATOS, LUCAS RAFAEL PEREIRA e KARITA PEREIRA DA SILVA, como membros titulares;
c) representando a Câmara Transversal de Gestão, Fomento, Incentivo, Produção, Infraestrutura e Serviços: JOÃO LÚCIO BELLARD FREIRE, LUIZ CARLOS VITÓRIA SILVA, MÁRCIO APOLINÁRIO DE OLIVEIRA, ALCIDES OKUBO SOBRINHO e MARIANA MORAIS LESSA, como membros titulares.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.

LUIZ GUILHERME ALMEIDA REIS

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dica 04 - pF, sfz (dinâmica), crossing e arpejo do Estudo 2 de Heitor Villa-Lobos



http://ift.tt/1KprW7x dúvidas de Antônio Oliveira e Alvaro Edy sobre como tocar os sinais pF e sfz, bem como o arpejo inicial do Estudo 2 de Heitor Villa-Lobos http://ift.tt/1couTp0 12 Estudos, de Heitor Villa-Lobos: http://ift.tt/1wxyB6e

Concerto Didático sobre a Renascença e o Barroco (séculos XVI a XVIII)



http://ift.tt/1HRuKIs Jovens Talentos de Sobradinho Alvaro Henrique http://ift.tt/1couTp0

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Ricardo Noronha recebe Alvaro Henrique e Camerata Real



http://ift.tt/1quW3m1 Ricardo Noronha no. 179 (02/11/14) Alvaro Henrique, violão Camerata Real Direção Artística: Elsaby Antunes Violino: Elsaby antunes, Cibele Ferrari Antunes, Daniel Oliveira, Larissa Vidal Viola: Tiago Romão Cello: Lucas de Aguiar Adagio do Concerto RV 93 (Antonio Vivaldi) Pequena Serenata Noturna (Wolfgang Amadeus Mozart)

domingo, 4 de janeiro de 2015

Concertino "Quê Que a Gente Faz?", para violão, orq de cordas e tape, de Jorge Antunes



http://ift.tt/1D7VSmF Bienal de Música Contemporânea da FUNARTE (Fundação Nacional de Arte) 27 de setembro de 2013 Concerto "Quê Que a Gente Faz?" - Jorge Antunes Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro regente Cláudio Cruz violão Alvaro Henrique difusão eletrônica Marcelo Carneiro de Lima http://ift.tt/1BxWKwY http://ift.tt/1couTp0

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Os nomes da Secretaria de Cultura do DF a partir de 2015

Os nomeados para cuidar da Cultura do DF a partir de 2015:


LUIS GUILHERME REIS ALMEIDA - Secretário de Estado, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal;

NANAN CATALÃO - Secretária Adjunta, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

JAQUELINE FERNANDES - Subsecretário, da Subsecretaria de Diversidade Cultural, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

SERGIO SIMÃO FIDALGO - Subsecretário, da Subsecretaria de Promoção e Difusão Cultural, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

THIAGO ROCHA LEANDRO - Subsecretário, da Subsecretaria de Fomento e Incentivo, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

ANDRÉ KLUPPEL CARRARA - Subsecretário, da Subsecretaria do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.

ALEXANDRE PEREIRA RANGEL - Subsecretário, da Subsecretaria de Administração Geral, da Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal.



Com a posse do Rodrigo Rollemberg (PSB) no governo do DF, a Secretaria de Estado de Cultura do DF fica com as seguintes características (decreto nº 36.236, de 1/01/2015):

Art. 36. A Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal tem atuação e competência nas
seguintes áreas:
I - Elaborar e implementar políticas públicas de cultura, garantindo as condições para o exercício
efetivo e progressivo dos direitos culturais dos habitantes do Distrito Federal;
II - Implementar programas e ações visando o desenvolvimento cultural do Distrito Federal, em
articulação com os demais setores da administração pública e com a comunidade;
III - Incentivar a criação artística em todas as suas formas de expressão, garantindo o acesso da
população à produção e fruição de bens culturais por meio da oferta de um sistema público e
diversificado de programas, projetos e serviços;
IV - Contribuir para a afirmação da identidade cultural dos habitantes do Distrito Federal.
§1° Integram a Secretaria de Cultura de que trata este artigo:
I - Gabinete do Secretário;
II - Subsecretaria de Administração Geral;
III - Subsecretaria de Promoção e Difusão Cultural;
IV - Subsecretaria do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural;
V – Subsecretaria de Fomento e Incentivo;
VI – Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura;
VII – Subsecretaria de Diversidade Cultural;
VIII – Subsecretaria de Políticas Culturais;
IX - Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.
§2° Subordinam-se à Chefia de Gabinete do Secretário:
I – Assessoria Especial;
II – Assessoria Jurídico Legislativa;
III – Assessoria de Comunicação;
IV – Assessoria de Gestão Estratégica e Projetos;
V – Unidade de Controle Interno;
VI – Ouvidoria.
§3° São vinculados à Secretaria de que trata este artigo:
I - Conselho de Cultura do Distrito Federal;
II – Conselho Administrativo do Fundo de Apoio à Cultura.
§4° Cabe à Secretaria de Estado de Cultura a gestão do Fundo de Apoio à Cultura.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Entrevista Rádio Senado



http://ift.tt/1FIp3MU Rádio Senado Programa Escala Brasileira Apresentação Alcebíades Muniz Março de 2014 Alvaro Henrique http://ift.tt/1couTp0

domingo, 10 de agosto de 2014

Entrevista Rádio Cultura FM 100,9



http://ift.tt/1oV7Bgk Henrique é entrevistado por Sheila Campos no Papo de Esquina da Rádio Cultura FM de Brasília (100,9)